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Baixo Rio Negro

Pantanal e Cerrado

Pontal do Paranapanema

Nazaré Paulista

ESCAS

Baixo Rio Negro

O IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas atua desde o ano 2000 na região Amazônica, mais especificamente na região do baixo Rio Negro, realizando projetos que visam à conservação da biodiversidade e a sustentabilidade socioambiental do mosaico de unidades de conservação situado nesta região, com cerca de 1,800,000 hectares, atuando nas seguintes unidades: Estação Ecológica de Anavilhanas; Parques Estaduais do Rio Negro - Setor Norte e Setor Sul, APA Estadual da Margem Esquerda do Rio Negro - Setor Aturiá-Apuazinho e APA Estadual da Margem Direita do Rio Negro - Setor Puduari-Solimões; Reserva de Desenvolvimento Sustentável Municipal do Tupé.

Nazaré Paulista

A sede do IPÊ está em Nazaré Paulista, localizada a menos de 100 quilômetros de distância da cidade de São Paulo. Este município destaca-se pelas belezas cênicas e naturais, além de fazer parte de uma região estratégica para o uso e a conservação de recursos socio-ambientais como a água e a Mata Atlântica. É nesse local que se encontram os reservatórios do Sistema Cantareira, responsável pelo fornecimento de água a quase dez por cento da população brasileira. Para ajudar a conservar esses recursos, o IPÊ desenvolve projetos de pesquisa e educação ambiental, atrelados a ações de conservação na região. Os principais temas dos projetos desenvolvidos em Nazaré são: restauração de áreas de Mata Atlântica, conservação de mamíferos silvestres, serviços ecossistêmicos e negócios sustentáveis.

Pantanal e Cerrado

O Pantanal é uma das maiores áreas de wetlands contínuas do planeta e cobre cerca de 160.000 km² de planícies alagáveis de baixa altitude. A vegetação sofre influência de quatro biomas: Floresta Amazônica, Cerrado (predominante), Chaco e Mata Atlântica. No bioma, o IPÊ desenvolve a Iniciativa Nacional de Conservação da Anta Brasileira.

Pontal do Paranapanema

Em 1942, foi criada a "Grande Reserva do Pontal do Paranapanema", localizada no extremo oeste do Estado de São Paulo, para proteger 247 mil hectares de florestas. Porém, nos anos seguintes, essa unidade de conservação foi submetida a um intenso processo de fragmentação florestal associado a conflitos fundiários e ocupações de terras por grandes fazendeiros.