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Parceiros desde 2004, Havaianas e IPÊ lançaram em 2018 sua 15a coleção que coloca a biodiversidade aos pés dos amantes da natureza. As estrelas da vez são Arara-vermelha (Ara chloropterus), Onça-Pintada (Panthera onca) e o Mico-Leão Preto (Leontopithecus crysopygus). Além de mostrar a riqueza e beleza da biodiversidade brasileira aos seus consumidores, as Havaianas-IPÊ apoiam a conservação da fauna e flora: 7% do valor da venda das sandálias é destinado ao Instituto para a continuidade de suas ações de pesquisa, educação, reflorestamento, negócios sustentáveis e influência em políticas públicas.

Ao comprar as Havaianas-IPÊ, o consumidor apoia o Instituto em um trabalho de mais de 26 anos nos biomas Mata Atlântica, Amazônia, Pantanal e Cerrado, que inclui: a pesquisa científica para a conservação de seis espécies ameaçadas e vulneráveis à extinção; educação ambiental, extensão rural e capacitação a mais de 17 mil pessoas por ano; reflorestamento de áreas degradadas (o IPÊ é responsável pelo maior corredor ecológico restaurado do Brasil); desenvolvimento de negócios sustentáveis em benefício de 200 famílias; e apoio em políticas públicas.

Em 14 anos, já foram vendidos mais de 14 milhões de pares, que geraram cerca de 8 milhões de reais, destinados à causa. O produto pode ser encontrado nas lojas físicas e site de Havaianas, bem como na Loja do IPÊ (www.lojadoipe.org.br)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O maior Parque Nacional do Brasil (Parna Montanhas do Tumucumaque) tem cerca de quatro milhões de hectares. Isso significa ser quase do tamanho do estado do Rio de Janeiro e maior do que a Bélgica. Essa imensidão guarda riquezas biológicas importantes da Amazônia - muitas delas ainda não descobertas ou estudadas pela ciência.

A UC foi uma das primeiras a participar da iniciativa de Monitoramento Participativo da Biodiversidade, ainda em 2014. Após três cursos formativos para cerca de 73 pessoas, hoje a área conta com 12 monitores, espalhados em três trilhas para avaliar a biodiversidade a partir de estudos da fauna e da floresta. As atividades de monitoramento de biodiversidade e de floresta na unidade são orientadas seguindo protocolo florestal básico, avaliado regularmente por monitores comunitários e gestores do @ICMBio que atuam no parque.

Confira o VIDEO sobre a iniciativa

O projeto do IPÊ, em parceria com o ICMBio é apoiado por Gordon and Betty Moore FoundationUSAID - US Agency for International Development e Programa ARPA

 

No dia 5 de outubro, Suzana Padua recebeu o prêmio Lifetime Achievement Award 2018, durante um evento na Universidade da Flórida (UF), Estados Unidos. A presidente do IPÊ foi homenageada pelo Conselho do Centro de Estudos Latino-Americanos (LAS) da Universidade, que reconhece ex-alunos da universidade cujas realizações ao longo dos anos tiveram um impacto significativo em seu campo de forma regional, estadual ou nacional.

 

O prêmio levou em conta o papel de liderança e serviço à comunidade e à sociedade de Suzana, bem como as conquistas significativas na sua carreira, o seu histórico na capacitação para conservação e educação ambiental por meio da criação do IPÊ, do programa de educação ambiental da organização e da ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade.

Com mestrado concluído na Universidade da Flórida (UF), em 1991, com foco em educação ambiental e, posteriormente, o doutorado na Universidade de Brasília (UnB), em 2004, Suzana publicou mais de 50 artigos e orientou 30 estudantes de Mestrado, ao longo de sua carreira até o momento. Por conta de ações que influenciaram a transformação socioambiental e a vida de muitos estudantes, profissionais e membros da comunidade rural, especialmente mulheres, foi reconhecida por 17 prêmios nacionais e internacionais. O trabalho ao lado de seu marido, Claudio Padua, desenvolvendo programas de pós-graduação pioneiros, foi inspirado pela formação interdisciplinar que ambos receberam no Centro de Estudos Latino-Americanos da UF e no programa de Tropical Conservation Development - TCD (Conservação e Desenvolvimento Tropical) do Centro.

“Estou extremamente feliz por esse prêmio, que divido com toda a equipe do IPÊ e nossos parceiros, porque não fazemos nada sozinhos. O Centro de Estudos Latino-Americanos e o TCD influenciaram Claudio e eu tremendamente. Quando estávamos montando o currículo dos cursos de curta duração do IPÊ, Masters e até do MBA, usamos nossa experiência interdisciplinar na UF como base para o que queríamos oferecer. É assim que os temas sociais e ambientais se tornam inseparáveis, dando à vida mais significado e valor”, afirmou Suzana.