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Estão abertas, até o dia 13 de outubro, as inscrições para o III Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação (UCs), que será realizado de 27 a 29 de novembro em Brasília. Promovido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em parceria com o IPÊ, o seminário tem como objetivo o intercâmbio de experiências bem sucedidas que promovam inovação e/ou mudanças positivas na unidade com potencial de replicação.

O tema central do seminário será as parcerias. “Queremos ressaltar as boas práticas que ocorrem com o apoio das parcerias, que não são só financeiras, mas também técnicas”, destaca a chefe da Divisão de fomento a parcerias, Carla Guaitanele. 

Nesta edição ocorrerá também o I Fórum Internacional de Parcerias na Gestão de Unidades de Conservação. A apresentação de experiências internacionais tem a intenção de enriquecer as discussões e proporcionar uma visão da importância global do Brasil em relação à biodiversidade e áreas protegidas.

Servidores federais e estaduais envolvidos na gestão de unidades de conservação, bem como seus parceiros (organizações não governamentais, empresas, comunidades, associações, universidades) poderão submeter suas práticas para apresentar durante o seminário.

Outra inovação desta edição é que servidores do ICMBio poderão apresentar propostas de boas práticas que buscam parcerias para sua execução ou o aprimoramento da proposta. “A ideia é que os gestores possam utilizar o momento de intercâmbio como uma oportunidade para buscar parcerias e concretizar as propostas”, finaliza Guaitanele.

O evento será apoiado por Gordon and Betty Moore Foundation, Projeto Desenvolvimento de Parcerias Ambientais Público-Privadas apoiado pelo Banco Interamericano para o Desenvolvimento (BID), CAIXA e Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ) e outros que buscam valorizar e estimular o diálogo a partir da divulgação de Boas Práticas em parcerias para gestão e que colaboram de forma articulada e coordenada para a implementação das UC e consequentemente para a consolidação do SNUC.

Os interessados podem acessar o edital AQUI. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail [email protected]

Um dos resultados da última edição do seminário, em 2016, foi a publicação da Revista Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação

 

 

 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou o novo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) sobre conservação da biodiversidade. No endereço http://ava.icmbio.gov.br/, é possível encontrar uma plataforma totalmente atualizada, que visa melhorar o desenvolvimento de cursos, ampliar o acesso e expandir o compartilhamento dos aprendizados institucionais, além de auxiliar no processo de gestão administrativa e acadêmica.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com o IPÊ, o Departamento de Educação Ambiental do MMA e Gordon and Betty Moore Foundation. A ideia é que ela atenda não só às necessidades institucionais, como às da sociedade, estabelecendo uma gestão transversal, que envolva diversos atores internos e parceiros externos, e que permita uma ampla divulgação dos trabalhos educacionais e acadêmicos desenvolvidos por esses atores.

Já estão disponíveis na plataforma as informações sobre cursos presenciais e a agenda dos cursos virtuais que serão oferecidos a partir de novembro. Além disso, o AVA conta com uma biblioteca virtual, onde podem ser encontrados artigos, revistas e trabalhos de pós-graduação. Até o final deste ano, a nova ferramenta estará totalmente finalizada, com inscrições abertas para diversos cursos, videoteca e calendário de eventos.

 

 

 Pelo segundo ano consecutivo, o IPÊ participa da Festa de Flores e Morango de Atibaia. Nos dias de evento, até 24 de setembro, o Instituto realiza atividades de educação ambiental para os visitantes, levando informações sobre a biodiversidade da Mata Atlântica local. No espaço de educação ambiental do IPÊ, é possível conhecer mais sobre árvores nativas, o processo de produção de mudas e ter informações sobre os projetos de conservação do Instituto.

Além das atividades, o IPÊ tem um estande na festa, com produtos de comunidades moradoras de áreas florestais e que participam dos projetos socioambientais do Instituto. Ali é possível, por exemplo, ver produtos do projeto Costurando o Futuro, de mulheres de Nazaré Paulista (SP). A venda de camisetas e acessórios ajuda na geração de renda familiar local e também incentiva o conhecimento das pessoas sobre a fauna e flora da Mata Atlântica, com bordados sobre animais e plantas.

O IPÊ também é parceiro da festa no XII Concurso de Desenhos. O concurso foi realizado com alunos de escolas municipais, algumas estaduais e particulares. Este ano, inspirado pelo workshop sobre biodiversidade, realizado pela equipe do Instituto para os professores da cidade, o tema foi "Nossos amigos da floresta", buscando despertar a curiosidade e valorização da biodiversidade local pelos estudantes. O concurso é uma realização da Associação Hortolândia de Atibaia e do IPÊ, com apoio da Prefeitura da Estância de Atibaia. Os patrocinadores são Sicredi, Global e Legatto Comunicação.

 

 

O IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas recebeu o prêmio de Excelência em Restauração Florestal, da Sociedade Internacional de Restauração Ecológica (SER). A premiação aconteceu no dia 31 de agosto, em Foz do Iguaçu, durante Conferência Internacional realizada pela SER e reconheceu o trabalho de longo prazo em conservação da biodiversidade promovido pelo Instituto em 25 anos.

O prêmio foi recebido pelo pesquisador Laury Cullen Jr., que coordena o projeto responsável pelo maior corredor florestal plantado no bioma no Brasil: são 12km de floresta e mais de 2,3 milhões de árvores que conectam as Unidades de Conservação Parque Estadual Morro do Diabo e Estação Ecológica Mico-Leão-Preto. O corredor é uma das estratégias para proteção do mico-leão-preto e outras espécies ameaçadas e hoje passa por uma avaliação dos serviços ecossistêmicos, seus benefícios para a biodiversidade, sequestro de carbono e qualidade do solo e da água. A avaliação é feita em parceria com a CTG Brasil, e tem como objetivo gerar um toolkit que pode ser aplicado em várias áreas e contextos para quantificar os benefícios de conservação da restauração.