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Pesquisa científica e inovação socioambiental. Ações de impacto com participação comunitária e educação na Mata Atlântica, Amazônia, Pantanal e Cerrado.

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Parceria Danone e IPÊ – A Floresta do Dino

danoninhoO IPÊ e a Danone se uniram para realizar uma promoção, com tempo limitado, chamada “Danoninho para Plantar”, com o objetivo de despertar nas crianças (e nos adultos também) o interesse pela conservação da natureza e para ajudar no reflorestamento da Mata Atlântica.

Objetivos da parceria 

Sensibilização das crianças em relação à importância de conservar a natureza e iniciá-las no assunto de uma maneira divertida;

Estratégia adotada

danoninho plantarCada embalagem do novo “Danoninho para Plantar” vem com um código exclusivo que permite ao consumidor criar uma árvore virtual na “Floresta do Dino” (http://www.danoninho.com.br/FlorestaDoDino/). No site, dá para escolher o tipo de árvore que se quer plantar na floresta. Ela deve ser regada até que cresça, para que seja contabilizada. Cada árvore cultivada virtualmente vale 1 m² de mata nativa. E não é só isso. Enquanto cultiva a sua árvore virtual, a criança tem acesso a conteúdo sobre meio ambiente desenvolvido por pesquisadores do IPÊ.
Os pequenos também podem experimentar como é plantar uma sementinha. A embalagem da promoção vem com sachês de legumes e hortaliças para serem cultivados no próprio potinho o Danoninho depois de consumido.

Resultados obtidos

  • Em menos de um mês de campanha, a Floresta do Dino já fazia o maior sucesso com mais de 4.300 árvores virtuais plantadas pelos consumidores, o que significam 4,3 mil m² de árvores nativas na Mata Atlântica a serem plantadas pelo IPÊ, e finalizou com quase 70.000 árvores virtuais plantadas.
  • As mudas estão sendo plantadas no município de Nazaré Paulista, em uma importante área de mata ciliar, fundamental para a conservação da água, já que o desmatamento não prejudica só flora e fauna, mas também a qualidade e volume de água em rios e represas que abastecem a população.  
  • A venda do produto superou todas as expectativas da empresa, com mais de 5,5 milhões de bandejas vendidas durante o período de campanha.
  • A mídia espontânea gerada foi enorme (21 milhões de pessoas atingidas) e os ganhos de imagem de marca surpreendentes, a ponto do Dino, o personagem ícone de Danoninho, já ser reconhecido pelo público como amigo da Natureza.
  • Esta campanha também gerou para a Danone do Brasil, um prêmio internacional, oferecido anualmente pela Danone (matriz francesa) como um reconhecimento pela inovação.

Desdobramentos

Essa campanha, além de árvores na Mata Atlântica, já rendeu uma ótima história para contar. Em Araporã, pequena cidade de Minas Gerais, uma professora resolveu utilizar as bandejas de Danoninho e as sementinhas dos sachês para dar aulas práticas sobre meio ambiente aos seus 31 alunos. As atividades deram tão certo, que renderam um vídeo e outros materiais enviados à Danone. A empresa, por sua vez, resolveu junto com o IPÊ fazer uma surpresa a todos os alunos da Escola, levando com eles o Dino, personagem principal da campanha!

A parceria entre IPÊ e Danone não vai parar nesta primeira campanha. Em 2011 teremos ainda mais novidades!

Havaianas IPÊ: a sandália que é o Bicho!

Desde 2004, IPÊ e Havaianas têm uma parceria que encanta os brasileiros e o mundo por meio das Havaianas IPÊ, sandálias com estampas que retratam a fauna e flora das matas brasileiras. Comercializadas em cerca de 100 países, elas colaboram para a conservação da biodiversidade do Brasil, com repasse de 7% das vendas líquidas para o Instituto. 

Sobre a parceria

A mecânica adotada para estabelecer essa parceria foi a do Marketing Relacionado à Causa (MRC). Trata-se de um acordo comercial entre empresa e organização da sociedade civil e/ou causa que utilizam o poder de suas marcas para benefício mútuo. Para as empresas, é uma modalidade de investimento social corporativo que alinha estratégias de marketing às necessidades da sociedade, utilizando a expertise da sua área de marketing para promover e mobilizar a sociedade em prol de uma causa. As instituições sociais podem usufruí-la como uma ferramenta de captação de recursos e conscientização da sociedade.

Nas Havaianas IPÊ, o uso de figuras de animais da fauna brasileira nas estampas das sandálias foi a maneira encontrada para que, tanto Havaianas quanto o IPÊ, agregassem valor às suas respectivas marcas e gerassem benefícios à biodiversidade.

A ideia de associar a imagem de Havaianas a um projeto que representasse responsabilidade social e ambiental já existia dentro da empresa, embora, na ocasião, ainda não existisse uma definição do formato de parceria ou projeto. O IPÊ, por sua vez, uma Organização da Sociedade Civil (OSC) até então só conhecida no meio científico e acadêmico, buscava visibilidade nacional para alavancar meios de assegurar sua sustentabilidade em longo prazo. Assim, com as sandálias Havaianas (um produto extremamente democrático), poderia disseminar o nome da organização e a causa da biodiversidade brasileira, dando a oportunidade de o brasileiro conhecer a rica natureza do Brasil e apoiar a sua proteção.

A parceria também contribuiria para outro sonho institucional do IPÊ: o início da formação de um endowment fund, fundo fiduciário que visa contribuir com a sustentabilidade financeira organizacional. Os royalties acordados em 7% sobre a venda líquida do produto passaram a ser direcionados a este fundo de conservação, que cria condições para a continuidade dos trabalhos da organização, tornando possíveis investimentos em novas frentes e um maior profissionalismo administrativo.

A primeira coleção trouxe o peixe-boi, o mico-leão-de-cara-preta e o papagaio-da-cara-roxa, animais ameaçados de extinção e que eram temas de pesquisa do Instituto, na época. Pela primeira vez, a marca Havaianas colocou o logo de uma organização da sociedade civil ao lado do seu, no solado do produto. Com o passar dos anos, os desenhos passaram a retratar outros animais brasileiros e seus habitats, sempre trazendo nomes científicos e informações sobre as espécies.

Desenvolvimento do trabalho

Os processos de elaboração do produto e também da campanha de comunicação são planejados conjuntamente entre empresa e Instituto.

A interação inicia-se com a definição das espécies e detalhes da natureza que serão ilustrados em cada coleção. Ao IPÊ cabe o conteúdo técnico-científico sobre os animais e habitats; à Havaianas, a criação da arte e divulgação da coleção.

Nenhum texto ou peça publicitária é veiculado sem a anuência das partes envolvidas e sempre existiu uma grande preocupação com a transparência das informações que deveriam chegar ao público, como o percentual revertido para o IPÊ e o que tem sido realizado com os recursos gerados pela da parceria.

A parceria Havaianas IPÊ continua em alta, com um esforço conjunto e contínuo, para o desenvolvimento de coleções sempre atrativas e comercialmente competitivas, com mensagens que visam atingir o consumidor final de forma a sensibilizá-lo e envolvê-lo para a causa da conservação ambiental.

As vendas têm efetivamente contribuído com a organização e com a continuidade de seus projetos, além de divulgar espécies da fauna brasileira que se encontram em perigo, muitas delas desconhecidas por grande parte da população. Até 2018, a coleção vendeu mais de 14,3 milhões de pares, o que reverteu mais de 8,2 milhões de reais ao IPÊ. Para Alpargatas S.A e Havaianas, esta é uma forma criativa de assumir a responsabilidade socioambiental, dando exemplo de compromisso e modernidade empresarial. Já o consumidor tem a oportunidade de adquirir um produto que retrata as belezas naturais do Brasil, além de saber que está contribuindo para sua conservação.

Campanhas

Em 2010, uma campanha veio reafirmar o sucesso da parceria: o leilão virtual de uma mini-floresta produzida com madeira certificada, retratando as espécies de Mata Atlântica e Amazônia que já fizeram e que fazem parte das coleções de sandálias Havaianas IPÊ. O maior valor do leilão levou a floresta que ficou em exposição em um hotsite e a arrecadação foi revertida para os projetos do IPÊ. VIDEO

Em 2014, foi a vez de contar a história da vida da anta para os consumidores das sandálias.  A proposta foi levar informações sobre a importância da espécie para a biodiversidade brasileira - a anta como jardineira das florestas - e mostrar que, ao comprar Havaianas-IPÊ, o consumidor está apoiando projetos do IPÊ como este que atua para a proteção da anta, na Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado. VIDEO.

Sobre Havaianas

Sucesso mundial, Havaianas é uma marca genuinamente brasileira. O produto começou a ser produzido em 1962, pela Alpargatas, com inspiração nas sandálias japonesas de palha de arroz (Zori), feitas com tiras de tecido. No lugar da palha, entrou a borracha, resistente, macia e feita para durar. O grão de arroz inspirou a textura da palmilha. Já o nome foi emprestado do Havaí, projetado por Hollywood como lugar dos sonhos dos anos 60. Produzidas com solado branco e tiras azuis, a novidade caiu no gosto do consumidor e dois anos depois do lançamento, já estava nos pés de boa parte dos trabalhadores brasileiros.

Ao longo dos anos, a fama sobre a qualidade do produto se espalhou ainda mais, as sandálias foram ganhando novas cores além das tiras azuis e, em 1995, a primeira Havaianas estampada foi trazida ao mercado. A partir daí, a marca passou a evoluir, seguindo o espírito de seu tempo e lançando tendências. Modelos e celebridades do Brasil e do exterior também passaram a desfilar com a sandália nos pés. As exportações avançaram e a marca ganhou espaço em revistas e nas principais vitrines moda no mundo.

Nos anos seguintes, a marca continuou a diversificar e inovar ainda mais, com lançamentos como as Havaianas Slim, a linha Soul Collection, as Havaianas Flat, a própria coleção de roupas, as galochas, e a linha de óculos, lançada em 2016.

Confira mais sobre a história das Havaianas.  

Sobre a Alpargatas

Empresa brasileira líder no setor de calçados na América Latina, a Alpargatas é detentora de marcas desejadas como Havaianas, Dupé, Osklen, Topper na Argentina, Sete Léguas e Meggashop e detém a licença de Mizuno no Brasil. A companhia oferece produtos inovadores com tecnologia e design diferenciados e possui competência na construção e gestão de marcas globais, que proporcionam relação de admiração e confiança com os consumidores. Com lucro líquido de R$ 358,5 milhões em 2016 (crescimento de 36% em relação ao ano anterior), a Alpargatas possui fábricas no Brasil e na Argentina, 698 lojas em todo o mundo e seus produtos estão presentes em mais de 100 países.

Alegria no Pé, Floresta de Pé

Selo AlegriaO projeto “Alegria no Pé, Floresta de Pé” - realizado pela Brahma em parceria com o IPÊ - tem como objetivo a criação de um fundo para conservação das florestas e áreas verdes do Brasil, unindo futebol e natureza. A cada gol marcado nos maiores campeonatos do País, será investido no fundo ambiental o equivalente à conservação de 100 árvores nativas.

A estreia desse projeto aconteceu na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2012, cujo saldo de gols foi 25, somando, portanto, 2.500 árvores nativas na natureza, que serão conservadas pelo IPÊ, por meio de reflorestamento e manutenção de áreas em processo de restauração. A proposta de 1 gol = 100 árvores continua até 2014, contemplando os jogos do Campeonato Brasileiro 2013 e 2014, da Copa das Confederações e da Copa do Mundo no Brasil.

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