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IPÊ acaba de lançar um aplicativo que facilita a doação de recursos ao Instituto por pessoas físicas. Por meio do Facebook, é possível escolher o valor da doação – que pode ser de 10, 20, 30, 50 ou 100 reais – com pagamento feito através do Moip, via cartão de crédito ou boleto.

O aplicativo pode ser acessado AQUI.
 
As doações fazem parte de um fundo que garante a continuidade das ações do IPÊ para a conservação da biodiversidade nas regiões onde atua, contribuindo para a proteção da Mata Atlântica, Amazônia e Pantanal. 

O IPÊ também tem outras formas de apoio. CONFIRA.

Iniciativa é da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza em parceria com a Embrapa Pantanal e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) com apoio do Projeto Tatu-Canastra e do IPÊ

Cinco espécies de tatus do Pantanal são as estrelas principais da exposição interativa lançada dia 15 de julho, na Estação Natureza Pantanal, em Corumbá (MS). O objetivo é aproximar os animais dos visitantes, mostrando caraterísticas e curiosidades do tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), tatu-peba (Euphractus sexcinctus), tatu-de-rabo-mole (Cabassous unicinctus), tatu-canastra (Priodontes maximus) e tatu-bola (Tolypeutes matacus), principais espécies encontradas no bioma.

De forma leve e divertida, crianças e adultos poderão ter a experiência de como os animais vivem, já que a entrada da exposição será a reprodução de uma toca de tatu. O túnel levará a uma sala climatizada, simulando o efeito das tocas de tatus no Pantanal, pois estes abrigos possuem temperatura constante em torno de 25 graus. Nos dias quentes de verão as tocas são mais frescas que o ambiente externo, com temperaturas que chegam acima dos 40 graus, tornando-se por isso importantes refúgios térmicos.

toca-tatu lobinhoAs tocas são indispensáveis para esses animais e também admiráveis: no caso do tatu-canastra, que é maior dentre as espécies do bioma, elas podem chegar a 5 metros de profundidade. Como as espécies de tatu têm costume de abandoná-las após certo período, as tocas servem de abrigo para outros animais, como répteis, aves e outros mamíferos. Os visitantes poderão conhecer alguns deles, como seriemas, cachorros-vinagre, quatis, queixadas e jaguatiricas, que já foram registrados próximos ou entrando em tocas do tatu-canastra.

“A ideia é fazer com que o visitante se sinta mesmo dentro de uma toca de tatu e conheça mais sobre os seus hábitos”, explica a coordenadora da Estação Natureza Pantanal, Teresa Cardoso. Ela destaca que os tatus sofrem com a caça predatória e atropelamentos, por isso a importância de aproximá-los das pessoas.

A exposição é uma realização da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza em parceria com a Embrapa Pantanal e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com apoio do Projeto Tatu-Canastra e do IPÊ. A instalação também é composta por cinco totens com imagens dos diferentes tatus que se acendem quando o visitante aperta um botão. Em cada um deles, será possível conhecer as principais características, hábitos e curiosidades de cada espécie. Serão apresentados ainda vídeos e fotos de cameras-trap mostrando o comportamento das espécies em ambiente natural. As imagens foram cedidas pela pesquisadora Nina Attias da UFMS/EMBRAPA Pantanal - responsável pelo Projeto Tatus do Pantanal - e pelo pesquisador Arnaud Desbiez, coordenador do Projeto Tatu-Canastra.

Exposição Permanente
Além da exposição especial sobre os tatus, a Estação Natureza Pantanal também oferece uma mostra permanente sobre a natureza pantaneira. Localizada em Corumbá (MS) – a 400 quilômetros da capital Campo Grande – ela ocupa um prédio histórico datado de 1908, às margens do emblemático Rio Paraguai. O espaço representa uma verdadeira imersão no bioma pantaneiro, reunindo mais de duas dezenas de elementos interativos com explicações e fotos de espécies-bandeiras do bioma - como a onça-pintada, o tuiuiú e o jacaré-do-pantanal – e de seus habitats. Também é possível ouvir registros de canto e vocalização de aves típicas do Pantanal, além de conferir uma maquete que explica o ciclo das águas pantaneiras, entre outras atrações. A iniciativa foi implantada em 2006 pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Serviço
Endereço: Ladeira José Bonifácio, 111 – Porto Geral – Corumbá (MS).
Telefone: (67) 3231-9100
Horário de funcionamento:
De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Sábados, das 14h às 18h.
Ingressos
Inteiro: R$ 3
Estudantes: R$ 1,50
Moradores de Corumbá e Ladário: R$ 1
Isentos: Maiores de 60 e menores de seis anos / grupos de instituições públicas agendados com antecedência.
Email: estacaopantanal@fundacaogrupoboticario.org.br
Site: www.fundacaogrupoboticario.org.br

140424 semeando agua 581Essa semana o IPÊ entregou a segunda unidade demonstrativa do projeto “Semeando Água”.

A Fazenda Cravorana, localizada no município de Piracaia (SP), recebeu orientações e intervenções de uso do solo, por meio da conversão de cinco hectares de pastagem convencional para o pastoreio ecológico durante quatro meses.

Saiba mais

 

O IPÊ prorrogou para até dia  09 de julho a campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) para as ações de Educação Ambiental do projeto "Nascentes Verdes, Rios Vivos" com objetivo de arrecadar R$ 28 mil para atender 700 alunos de escolas públicas de Nazaré Paulista (SP).

Ao “adotar” um aluno por uma contribuição única de R$ 40,00, você garante a participação desse estudante ao longo de 2014 em todas as atividades educativas do projeto, colaborando com a continuidade dos nossos trabalhos e para a formação de cidadãos mais preocupados com o meio ambiente e com a água.

Contribua AQUI: http://www.ecodobem.com.br/nascentesverdesriosvivos

Saiba mais sobre o projeto

Desde 2009, o projeto “Nascentes Verdes, Rios Vivos” realiza um trabalho que tem por objetivo proteger a água na região de Nazaré Paulista - área estratégica para os recursos hídricos que abastecem o Sistema Cantareira, fornecedor de água para mais de 10 milhões de pessoas. O projeto atua em dois componentes: Restauração de matas ciliares ao redor de nascentes, rios e represas para contribuir com a produção de água; e Educação Ambiental para estudantes e professores, contribuindo para formar futuras gerações mais sensibilizadas à conservação da Mata Atlântica e, consequentemente, da água.

Alunos de 5ª a 7ª série de escolas públicas passam por atividades práticas, experimentando trabalhos de campo, conhecendo o viveiro de mudas, plantando árvores nativas, fazendo trilhas e monitorando o crescimento das florestas restauradas. Tudo isso, reforçando os conceitos aprendidos em sala de aula nas diversas disciplinas como matemática, português, geografia, artes e até educação física. Para isso, o IPÊ ajuda a inserir o tema ambiental no calendário escolar, com apoio dos professores e diretores, que passam por palestras e cursos.

Em 2013, o projeto conseguiu beneficiar 520 alunos e 50 professores, com palestras, cursos e atividades práticas. Com o trabalho do Instituto, já foi possível também restaurar 150 hectares de floresta na região, o equivalente a 150 campos de futebol.